sexta-feira, 26 de agosto de 2011

O que temos até agora...

Já que o blog tem estado meio às moscas, quero retomar as atividades compartilhando o que eu tenho até agora. A minha idéia, desde o início, foi um "refúgio orgânico" (segundo as palavras da Srta. Orlandi Goulart). Um lugar reservado, onde o morador pudesse subir para ficar sob o sol, com os pés sobre a grama,  pedras, ou talvez até mesmo sobre um espelho d'água. Sabe, aquela coisa de francês burguês de boire du lait sur l'herbe. Algo como um quintal... no terraço.

Na minha opinião, o unico ponto fraco de um quintal é a falta de uma vista boa e bonita. No outro lado, temos o terraço, geralmente, tão frio e "urbano". A mistura dos pontos fortes dos dois me daria o que eu queria. Foi isso que eu tentei fazer aqui.


Só que, se o projeto tivesse uma larga área verde, gramada, além da possível inviabilidade, a monotonia tomaria conta. Sabe? Está faltando algo para girar o projeto em torno, um sal, um "quê". Esse espaço branco enorme que se criou no meio do terraço é a perfeita parábola do que se passa na minha mente. Veja, a proposta inicial era um espaço ao ar livre, mas o que fazer NESSE espaço ao ar livre virou o verdadeiro desafio.

Na falta de ideias, tentei me ocupar com fazendo algo mais físico que um modelo no SketchUp. Eis que surgiu... "isso".


Por ultimo, fazer uma maquete como essa, é tão simples e rápido, que na minha opinião, todo mundo deveria fazer, especialmente aqueles que consideram seus desenhos "feios" e não comunicativos.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

O que o Corby faria?



Amédée Ozenfant e Corbusier, curtindo a vista da Torre Eiffel

Encucado com a proposta de exercício de criar um terraço para a Maison Ozenfant, procurei me informar a respeito dos gostos e preferencias do arquiteto da casa, o "Corby". Charles Edouard Jeanneret-Gris era suíço radicado na França, gostava de branco e projetou o próprio túmulo. Nada disso me ajudou, no entanto. O que me deu algum horizonte, de fato, foi ver o, provável, "toit-terrasse" mais famoso do mundo, o da Villa Savoye.

sábado, 13 de agosto de 2011

Representação Gráfica do Projeto do Antique Wireless Museum

  Infelizmente, essa é a unica prancha disponível do projeto do museus da Antique Wireless Association. O que é interessante nos desenhos da prancha é, realmente, a "simplicidade" dos materiais usados. Qualquer um de nós sabe usar lápis de cor, mas, talvez, não da forma que esse desenhista usou. Também tem umas hidrocores perdidas alí no meio.

Para quem tiver se interessado, e quiser ver uma imagem maior em PDF:
http://www.antiquewirelessmuseum.com/wp-content/uploads/2010/10/arch_drawing.pdf